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Informar-se sobre economia transforma cidadãos em eleitores conscientes


Se a grande maioria dos brasileiros se informasse um pouco mais sobre a política e a economia do País, creio eu, que estariam revoltados ou deprimidos. Me deparei essa semana com umas notícias que são realmente de chorar, no meu caso, choro de rir.

A última me fez começar a fazer contas, ainda dentro do coletivo, dos gastos a mais que vou ter em 2015. Surpresa: O governo atual informa que teremos que tirar do nosso bolso a diferença que não nos foi cobrada nesse ano na conta de energia elétrica e combustível, itens nem um pouco dispensáveis da minha lista de cortes.

É engraçado, para não falar triste, como em ano de eleição presidencial fazem de tudo para tapar "o sol com a peneira". A nossa presidenta, para não ficar mais impopular do que já está nas pesquisas eleitorais, adiou para o ano que vem a rasteira que dará no bolso do povo. Deve ser porque o brasileiro tem a fama de memória curta.

Minha conta de cortes deve se estender pois pensando em aumento de combustível, penso em aumento nos alimentos, nas passagens, nos produtos eletrônicos e etc. A inflação atingirá os céus. Assim como a impopularidade da presidenta, se acaso se reeleger. Se um novo presidente assumir será das duas, uma. Ou ele afundará de vez a economia do Brasil ou será o salvador da Pátria e garantirá a reeleição.

Não adianta, temos que saber o mínimo de política e economia para não sermos mais passados para trás e elegermos conscientemente quem realmente pode trazer solução a tantas mazelas.

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